As obras de alargamento para 3 vias em cada sentido no sublanço Maia-Santo Tirso da auto-estrada A3 ainda decorrem (deviam ter terminado em Julho, mas não há problema para a Brisa - continua a receber as portagens na mesma!) e a Brisa já iniciou mais uma obra (de beneficiação do pavimento) no sublanço Famalicão-Cruz. Não chega de incómodos aos utentes da A3? Não podiam terminar uma obra, antes de começar outra?
Hoje, 6.ª f, devido a estas últimas obras, resolvi seguir a EN 14, entre Cruz e Famalicão. Infelizmente, verifiquei que uma viatura pesada com asfalto (ao serviço da Brisa?) tinha derramado a carga, deixando o piso da via com irregularidades. Não chega de incómodos?
PS-Mais uma vez, enviei uma reclamação para a Brisa.
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
Braga Romana 2012
Até domingo, Braga acolhe mais uma edição da Braga Romana. Na 6.ª f, à noite, houve um desfile muito concorrido (fotos), com a participação de várias escolas do concelho. Por estes dias, há muita animação nas ruas de Braga.
terça-feira, 10 de abril de 2012
A Brisa trata mal os utentes das auto-estradas
Depois de 1 hora de pára-arranca na A3, por causa de um acidente na zona de obras entre S.to Tirso e Maia, fica aqui a reclamação que, mais uma vez, vou enviar à Brisa, para no fim receber um singelo pedido de desculpa.
A Brisa trata mal os utentes das auto-estradas. Em caso de acidente numa auto-estrada, a Brisa devia colocar, nos painéis de informação, a indicação da extensão da fila na auto-estrada e o tempo previsto para passar o acidente. Mas não, limita-se a indicar, em Famalicão, "Acidente a 10 km. Trânsito lento". Mas não era lento. ERA PARADO...
A Brisa devia remover rapidamente os veículos acidentados da via, quando é um caso simples de bate-chapa...
A Brisa não devia cobrar portagens aos utentes que não beneficiaram da auto-estrada. A cobrar, devia fazê-lo ao culpado pelo acidente...
A Brisa trata mal os utentes das auto-estradas. Em caso de acidente numa auto-estrada, a Brisa devia colocar, nos painéis de informação, a indicação da extensão da fila na auto-estrada e o tempo previsto para passar o acidente. Mas não, limita-se a indicar, em Famalicão, "Acidente a 10 km. Trânsito lento". Mas não era lento. ERA PARADO...
A Brisa devia remover rapidamente os veículos acidentados da via, quando é um caso simples de bate-chapa...
A Brisa não devia cobrar portagens aos utentes que não beneficiaram da auto-estrada. A cobrar, devia fazê-lo ao culpado pelo acidente...
sábado, 19 de novembro de 2011
Corte imprevisto da A3
Hoje enviei uma reclamação para a Brisa. Tal como há 2 semanas, a A3 voltou, ontem, 6.ª f, a ficar intransitável, desta vez no sentido sul-norte. Eram 20 h e, devido a um corte da auto-estrada, fiquei cerca de 1 h imobilizado na A3, junto às portagens da Maia. Minutos antes tinha ouvido na rádio (TSF) e lido, no painel de informação da auto-estrada, que o trânsito estava lento. Mas não estava lento, estava sim parado. A obrigação da Brisa era ter informado que havia um corte da A3, permitindo a muitos automobilistas sair da A3, na Maia. Mas isso teria como consequência menos portagens cobradas pela Brisa.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
10 km de fila na A3
2.ª f, véspera de feriado, 20h15m, na A3, sentido norte-sul: fila de 10 km de veículos parados, por causa de um acidente no troço em obras (os desvios de percurso neste troço e a dificuldade em entender a sinalização podem explicar muitos destes acidentes), próximo da área de serviço e das portagens da Maia.
Desloco-me no sentido sul-norte e lamento a paciência, o tempo e o combustível perdidos de todos aqueles automobilistas. A Brisa, em vez de usar os painéis da auto-estrada para aconselhar a sair da A3 na portagem de Santo Tirso, informa (antes da saída de S.to Tirso): "Acidente. S.to Tirso-Maia. Seja prudente"!
Desloco-me no sentido sul-norte e lamento a paciência, o tempo e o combustível perdidos de todos aqueles automobilistas. A Brisa, em vez de usar os painéis da auto-estrada para aconselhar a sair da A3 na portagem de Santo Tirso, informa (antes da saída de S.to Tirso): "Acidente. S.to Tirso-Maia. Seja prudente"!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
O que me incomoda no Porto-Benfica?
Não me incomoda o facto do árbitro do Porto-Benfica ser portuense, o Hulk jogar ou o Benfica voltar a ser cilindrado por 5-0. O que me incomoda é o dia e a hora do jogo: 6.ª f, às 20h15m. A VCI vai entupir cedo nesta 6.ª f, dia da semana em que normalmente já é complicado circular nessa via.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Balbúrdia na A3
(Foto do JN de hoje) Felizmente, ontem de manhã não tive qualquer problema em circular na A3. Pelos vistos, na 2.ª f (o JN não especifica a hora), houve um corte de circulação nos dois sentidos dessa auto-estrada, que causou muito transtorno aos utentes. A Brisa voltou a falhar, como em muitas outras situações, ao não informar, atempadamente, os utentes deste condicionamento em particular, causado pelas obras de alargamento da auto-estrada; os painéis electrónicos instalados na A3 deviam dar essa informação com pelo menos um dia de antecedência (será que não há planeamento de obra?). Os utentes da A3 deviam merecer alguma consideração por parte da Brisa.
sábado, 27 de agosto de 2011
Espinho, uma cidade sem futuro?
A revista "Visão", na sua edição de 16 de Junho de 2011, publicou uma reportagem sobre Espinho, intitulada "A cidade sem futuro". Eis o texto da caixa de entrada:
Um quarto da população activa de Espinho anda à procura de trabalho. O concelho está envelhecido, perdeu muitos jovens para a emigração e a indústria praticamente desapareceu. A Câmara encontra-se quase falida [dívida de 49,6 milhões de euros, segundo a revista]. E o jogo e a praia não pagam dívidas.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Como algumas empresas se livram de alguns resíduos, em Portugal
É ilegal, mas acontece frequentemente. Ainda hoje de manhã, em plena A3, quando me aproximei de um veículo pesado que transportava resíduos, cobertos deficientemente por uma lona, apanhei com uma saraivada de pequenos resíduos na minha viatura. Afastei-me de imediato e tentei avisar o condutor da viatura pesada, mas ele não viu (ou fingiu não ver). Desta forma, a quantidade de resíduos que chega ao local de descarga é bem menor...
terça-feira, 10 de maio de 2011
Os bons salários nas empresas municipais de Braga
1. A Empresa Municipal de Habitação de Braga paga um ordenado médio mensal superior a dois mil euros a cada um dos seus 11 funcionários. Este valor não inclui eventuais suplementos por turnos, nem horas extraordinárias nem ajudas de custo nem os encargos obrigatórios com a Segurança Social. Esta empresa tem um passivo acumulado de 1,5 milhões de euros.
2. Theatro Circo. Era uma empresa municipal agora é uma sociedade anónima, detida a 100% pela Câmara. Os 21 colaboradores auferem remunerações médias mensais superiores a 1.800 euros. O financiamento camarário anual ronda os 950 mil euros. O Theatro Circo, que acumula um passivo de quase 1,2 milhões de euros, gasta cerca de 50 por cento do seu orçamento com encargos com o pessoal.
3. O Parque de Exposições de Braga (PEB) paga aos seus trabalhadores quase 600 euros a mais que o valor do ordenado mensal que recebe cada funcionário que trabalha na Câmara Municipal. O salário base mensal médio é de 1.496 euros. Ainda assim, os custos com o pessoal traduzem uma redução de 10 por cento face ao último exercício da gestão de Jorge Cruz, como presidente desta empresa municipal. No entanto, a passagem de Miguel Corais para o lugar anteriormente ocupado por Cruz coincidiu com um aumento de 50 por cento dos vencimentos dos administradores.
4. Os Transportes Urbanos de Braga (TUB) tiveram de afectar 5,8 milhões de euros para cobrir os vencimentos base dos seus 332 funcionários. Os três (!) administradores custam 131.824 euros em salários.
5. AGERE. A empresa municipal que a Câmara de Braga privatizou 49 por cento do capital social e é a única que dá lucros. Em média, cada funcionário (são 597) teve um rendimento anual inferior a 13 mil euros, tendo auferido uma remuneração média mensal base de 924 euros. Nuno Ribeiro foi até Novembro o único administrador da Agere, uma vez que o actual presidente do conselho de administração apenas assumiu o cargo em Novembro. Mas as contas revelam que os gestores custaram, em 2009, quase 81 mil euros, o que colocou os custo mensal dos administradores nos 6.750 euros.
(retirado do Má despesa pública; dados de 2009)
2. Theatro Circo. Era uma empresa municipal agora é uma sociedade anónima, detida a 100% pela Câmara. Os 21 colaboradores auferem remunerações médias mensais superiores a 1.800 euros. O financiamento camarário anual ronda os 950 mil euros. O Theatro Circo, que acumula um passivo de quase 1,2 milhões de euros, gasta cerca de 50 por cento do seu orçamento com encargos com o pessoal.
3. O Parque de Exposições de Braga (PEB) paga aos seus trabalhadores quase 600 euros a mais que o valor do ordenado mensal que recebe cada funcionário que trabalha na Câmara Municipal. O salário base mensal médio é de 1.496 euros. Ainda assim, os custos com o pessoal traduzem uma redução de 10 por cento face ao último exercício da gestão de Jorge Cruz, como presidente desta empresa municipal. No entanto, a passagem de Miguel Corais para o lugar anteriormente ocupado por Cruz coincidiu com um aumento de 50 por cento dos vencimentos dos administradores.
4. Os Transportes Urbanos de Braga (TUB) tiveram de afectar 5,8 milhões de euros para cobrir os vencimentos base dos seus 332 funcionários. Os três (!) administradores custam 131.824 euros em salários.
5. AGERE. A empresa municipal que a Câmara de Braga privatizou 49 por cento do capital social e é a única que dá lucros. Em média, cada funcionário (são 597) teve um rendimento anual inferior a 13 mil euros, tendo auferido uma remuneração média mensal base de 924 euros. Nuno Ribeiro foi até Novembro o único administrador da Agere, uma vez que o actual presidente do conselho de administração apenas assumiu o cargo em Novembro. Mas as contas revelam que os gestores custaram, em 2009, quase 81 mil euros, o que colocou os custo mensal dos administradores nos 6.750 euros.
(retirado do Má despesa pública; dados de 2009)
sábado, 16 de abril de 2011
Acidentes em auto-estradas
Tenho a opinião de que, nos 1.ºs dias de calor, as pessoas ficam mais impacientes, mais distraídas e/ou mais eufóricas. Ora esses estados de espírito podem levar a comportamentos de risco na estrada (tal como excesso de velocidade, manobras perigosas, etc.), que aumentam a probabilidade de acontecer acidente. Por exemplo, na semana que findou (com temperaturas típicas de Verão), estive quase todos os dias em engarrafamentos na A3, devido a acidentes na zona em obras entre Santo Tirso e Maia ou perto do Porto, antes da saída para a Circunvalação.
Hoje houve um despiste de um autocarro na A1, na zona de Coimbra, e apontou-se o excesso de velocidade como causa do acidente. O excesso de velocidade é notório nas auto-estradas portuguesas. Infelizmente, parece não haver radares para controlar a velocidade dos veículos que circulam nas auto-estradas. Se a velocidade dos veículos fosse controlada em vários pontos da auto-estrada, por certo os automobilistas não abusariam.
Hoje houve um despiste de um autocarro na A1, na zona de Coimbra, e apontou-se o excesso de velocidade como causa do acidente. O excesso de velocidade é notório nas auto-estradas portuguesas. Infelizmente, parece não haver radares para controlar a velocidade dos veículos que circulam nas auto-estradas. Se a velocidade dos veículos fosse controlada em vários pontos da auto-estrada, por certo os automobilistas não abusariam.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Espinho com outra onda
Em Espinho, mudam as cores da autarquia, mudam as vontades. Se na era PS, as viagens ao Brasil para os menos jovens eram muito badaladas, com o actual PSD, há música todas as noites na Alameda 8 (no próximo fim-de-semana, actuam os Blind Zero e os Blasted Mechanism).
Entretanto, a limpeza da cidade, a recolha do lixo doméstico e a recuperação de edíficios (de que é exemplo o antigo "Nosso Café") deixam muito a desejar.
Entretanto, a limpeza da cidade, a recolha do lixo doméstico e a recuperação de edíficios (de que é exemplo o antigo "Nosso Café") deixam muito a desejar.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Resultados do Open de Brasília
Das 3 duplas brasileiras masculinas que disputaram a fase de qualificação do Open de Brasília, apenas uma conseguiu o apuramento para o torneio principal. Benjamim e Bruno continuarão em prova, enquanto Márcio e Maciel (que já tinham desfeito a parceria) e Franco e Jan ficaram pelo caminho.
Os resultados do torneio principal podem ser acompanhados aqui (masculinos) e aqui (femininos).
Os resultados do torneio principal podem ser acompanhados aqui (masculinos) e aqui (femininos).
Para assinalar o 50.º aniversário da cidade de Brasília e a passagem do Circuito Mundial de voleibol de praia pela cidade, o Museu Nacional de Brasília, concebido pelo centenário arquitecto Oscar Niemeyer, foi transformado num relógio gigante Swatch.

quarta-feira, 17 de março de 2010
Nova portagem na Maia, na A3
Abriu hoje a nova praça de portagens na Maia, na A3. Em cada sentido da auto-estrada, há 3 faixas centrais para a Via Verde (para passar a 80 km/h), a que se juntam várias cabines para pagamento manual.
Há, no entanto, a meu ver, algumas situações por resolver:
- no sentido Porto-Braga, as saídas das portagens (7) afunilam, abruptamente, em poucos metros, para 2 faixas de rodagem, o que se pode tornar bastante perigoso para os automobilistas.
- quem sai na Via Verde, na Maia, não sabe o valor da portagem cobrada, nem se o sistema funcionou devidamente.
Há, no entanto, a meu ver, algumas situações por resolver:
- no sentido Porto-Braga, as saídas das portagens (7) afunilam, abruptamente, em poucos metros, para 2 faixas de rodagem, o que se pode tornar bastante perigoso para os automobilistas.
- quem sai na Via Verde, na Maia, não sabe o valor da portagem cobrada, nem se o sistema funcionou devidamente.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Bares na praia de Espinho

Imbecis, doidos, palermas, pelintras. Estes são alguns dos vitupérios que tenho ouvido de gente amiga e conhecida com quem convivo e de desconhecidos com quem me cruzo. Perplexos, olham para as mais de 40 estacas travestidas de sapatas em betão, cravadas junto do tubo de captação de água do mar que abastece a piscina Solário Atlântico e a sua talassoterapia, e duvidam da existência do bom senso, uma vez que a praia, que já não era grande, ficou reduzida com uma avenida acrescentada em honra de heróis do vólei e agora ainda querem torná-la mais pequena com este e outros bares. Incrédulos, observam o evoluir de uma obra que, apostam, é para enterrar dinheiro porque o mar joga em casa, conhece-lhe os cantos e sabe muito bem o que lhe pertence. Cínicos, apostam que a obra é excelente para proteger a piscina das marés vivas e que cada um é livre de enterrar o dinheiro que quiser, até porque Espinho não é diferente de outras terras lusas férteis em cenas do tipo fartar vilanagem. Simplesmente lamentável. (com a devida vénia ao Ondas3)
domingo, 15 de novembro de 2009
Perigo na zona de obras nas portagens da Maia
De nada vale alertar a Brisa (os técnicos da Brisa é que sabem! os utentes das auto-estradas dão sempre sugestões sem validade!). Por isso, deixo aqui o alerta: é preciso prudência na zona de obras que estão a ser realizadas nas portagens da Maia da auto-estrada A3. No sentido sul-norte, há um estrangulamento seguido (em poucos metros) de 4 para 3 faixas e de 3 para 2 faixas, nas faixas da esquerda. Quem vai a fazer ultrapassagens nesta zona, precisa de ter muita atenção. A sinalização e a iluminação deixam a desejar... No sentido norte-sul, depois das portagens, é preciso cuidado para retomar a A3, para os automobilistas que optem pelas portagens da direita. Além disso, quem utiliza a Via Verde, não vê o custo da utilização da A3 (o painel electrónico está mal colocado).
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Câmara de Espinho muda de líder
Das 4 autarquias que melhor conheço (Porto, Braga, Espinho e Santa Maria da Feira), só numa é que houve mudança na liderança, no desfecho das eleições autárquicas 2009. Em Espinho, José Mota, que esteve 16 anos à frente dos destinos da cidade, teve menos 166 votos do que Pinto Moreira. Hoje, 2.ª f, dia de feira semanal em Espinho e com bom tempo, parece que é difícil circular na cidade, tal a multidão que se juntou nas ruas. O meu amigo Rui Torres (meu antigo colega de voleibol na Escola de Esmoriz), presidente reeleito da Junta de Freguesia de Espinho, cumpriu hoje a promessa (pela derrota de José Mota) de mergulhar no chafariz. O tempo ajudou a cumprir a promessa...
Quanto às restantes autarquias, mantêm-se os mesmos rostos: Rui Rio, Mesquita Machado e Alfredo Henriques.
Quanto às restantes autarquias, mantêm-se os mesmos rostos: Rui Rio, Mesquita Machado e Alfredo Henriques.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
EN14 não é alternativa à A3
No início desta semana, no regresso a Braga, recebi a informação, através da rádio Nova, de um grande engarrafamento na A3 (fila com 9 km). Resolvi seguir pela EN14, mas também desesperei (tal como os utentes da A3) para chegar ao destino:
- Semáforo no cruzamento da Carriça mal regulado (na EN14, havia uma fila com 2 km, enquanto nas vias perpendiculares, 1 ou 2 veículos)
- obras antes da Trofa, sem sinalização adequada;
- mesmo depois das 20 h, com chuva e pouca visibilidade, eram muitos os veículos que circulavam sem luzes de presença.
- Semáforo no cruzamento da Carriça mal regulado (na EN14, havia uma fila com 2 km, enquanto nas vias perpendiculares, 1 ou 2 veículos)
- obras antes da Trofa, sem sinalização adequada;
- mesmo depois das 20 h, com chuva e pouca visibilidade, eram muitos os veículos que circulavam sem luzes de presença.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Trânsito sujeito a demora na A3?
Muito se pode fazer para combater a sinistralidade rodoviária em Portugal. Melhorar os comportamentos dos condutores na estrada, as condições das vias, a sinalização, a fiscalização, etc. No capítulo da sinalização, vou aqui relatar uma situação que acontece na auto-estrada A3 e que reflecte a falta de atenção das autoridades. Desde 20 de Dezembro de 2008, que o sublanço Maia-Águas Santas é constituído por 4 vias em cada sentido, resolvendo assim de vez os engarrafamentos neste troço. Pois nesta altura ainda estão, em cada sentido, placas sinalizadoras da responsabilidade da Brisa, informando o seguinte: "Sublanço Maia-Águas Santas: Trânsito sujeito a demora". Não é que durante as obras de alargamento esses sinais fossem de alguma utilidade, mas agora não sei o que lá fazem! Também não sei por que razão a zona norte das portagens da Maia está condicionada (2 vias estreitas, em cada sentido), nalguns metros, sem se vislumbrarem trabalhos nessa zona (alargamento para 4 faixas).
Chamo ainda a atenção para os 1.ºs Km da A3, antes do acesso à A4. Apesar dos inúmeros acidentes e do traçado sinuoso, a Brisa não vê razões para, por exemplo, limitar a velocidade para 100 km/h (há anos enviei esta sugestão à Brisa), como se verifica noutros troços da A3.
Actualização (17/2/2008): Passados quase dois meses, a Brisa deixou lá ficar essas placas sinalizadores, alterando o texto para: "Sublanço Maia-Portagem: Trânsito sujeito a demora". Esta informação não tem qualquer utilidade prática para o utente da auto-estrada.
Chamo ainda a atenção para os 1.ºs Km da A3, antes do acesso à A4. Apesar dos inúmeros acidentes e do traçado sinuoso, a Brisa não vê razões para, por exemplo, limitar a velocidade para 100 km/h (há anos enviei esta sugestão à Brisa), como se verifica noutros troços da A3.
Actualização (17/2/2008): Passados quase dois meses, a Brisa deixou lá ficar essas placas sinalizadores, alterando o texto para: "Sublanço Maia-Portagem: Trânsito sujeito a demora". Esta informação não tem qualquer utilidade prática para o utente da auto-estrada.
domingo, 30 de novembro de 2008
Alargamento da auto-estrada A3
Infelizmente, as obras de alargamento da A3, entre as portagens da Maia e Águas Santas, ainda não terminaram. Segundo o anúncio, as obras deviam ter terminado em Outubro de 2008 e custar 11,6 milhões de euros, mas como acontece geralmente em Portugal ainda estão para durar e causar imensos transtornos aos automobilistas.
É inacreditável como são feitas constantemente alterações nos percursos nas vias, com tantas linhas (sinalização horizontal) pintadas de branco e de amarelo (que podem confundir os automobilistas), com alguns estrangulamentos e desvios sinuosos, sem sinalização vertical apropriada, etc.
Não duvido da importância do alargamento das vias (para 4 faixas de rodagem, em cada via) neste troço da A3, mas de que valem essas condições, se existe dificuldade de escoamento do trânsito no acesso à A4 (sentido sul-norte) e no acesso à VCI (principalmente em direcção à ponte do Freixo)?!
É inacreditável como são feitas constantemente alterações nos percursos nas vias, com tantas linhas (sinalização horizontal) pintadas de branco e de amarelo (que podem confundir os automobilistas), com alguns estrangulamentos e desvios sinuosos, sem sinalização vertical apropriada, etc.
Não duvido da importância do alargamento das vias (para 4 faixas de rodagem, em cada via) neste troço da A3, mas de que valem essas condições, se existe dificuldade de escoamento do trânsito no acesso à A4 (sentido sul-norte) e no acesso à VCI (principalmente em direcção à ponte do Freixo)?!
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