Depois de 1 hora de pára-arranca na A3, por causa de um acidente na zona de obras entre S.to Tirso e Maia, fica aqui a reclamação que, mais uma vez, vou enviar à Brisa, para no fim receber um singelo pedido de desculpa.
A Brisa trata mal os utentes das auto-estradas. Em caso de acidente numa auto-estrada, a Brisa devia colocar, nos painéis de informação, a indicação da extensão da fila na auto-estrada e o tempo previsto para passar o acidente. Mas não, limita-se a indicar, em Famalicão, "Acidente a 10 km. Trânsito lento". Mas não era lento. ERA PARADO...
A Brisa devia remover rapidamente os veículos acidentados da via, quando é um caso simples de bate-chapa...
A Brisa não devia cobrar portagens aos utentes que não beneficiaram da auto-estrada. A cobrar, devia fazê-lo ao culpado pelo acidente...
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terça-feira, 10 de abril de 2012
sábado, 19 de novembro de 2011
Corte imprevisto da A3
Hoje enviei uma reclamação para a Brisa. Tal como há 2 semanas, a A3 voltou, ontem, 6.ª f, a ficar intransitável, desta vez no sentido sul-norte. Eram 20 h e, devido a um corte da auto-estrada, fiquei cerca de 1 h imobilizado na A3, junto às portagens da Maia. Minutos antes tinha ouvido na rádio (TSF) e lido, no painel de informação da auto-estrada, que o trânsito estava lento. Mas não estava lento, estava sim parado. A obrigação da Brisa era ter informado que havia um corte da A3, permitindo a muitos automobilistas sair da A3, na Maia. Mas isso teria como consequência menos portagens cobradas pela Brisa.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
10 km de fila na A3
2.ª f, véspera de feriado, 20h15m, na A3, sentido norte-sul: fila de 10 km de veículos parados, por causa de um acidente no troço em obras (os desvios de percurso neste troço e a dificuldade em entender a sinalização podem explicar muitos destes acidentes), próximo da área de serviço e das portagens da Maia.
Desloco-me no sentido sul-norte e lamento a paciência, o tempo e o combustível perdidos de todos aqueles automobilistas. A Brisa, em vez de usar os painéis da auto-estrada para aconselhar a sair da A3 na portagem de Santo Tirso, informa (antes da saída de S.to Tirso): "Acidente. S.to Tirso-Maia. Seja prudente"!
Desloco-me no sentido sul-norte e lamento a paciência, o tempo e o combustível perdidos de todos aqueles automobilistas. A Brisa, em vez de usar os painéis da auto-estrada para aconselhar a sair da A3 na portagem de Santo Tirso, informa (antes da saída de S.to Tirso): "Acidente. S.to Tirso-Maia. Seja prudente"!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Balbúrdia na A3
(Foto do JN de hoje) Felizmente, ontem de manhã não tive qualquer problema em circular na A3. Pelos vistos, na 2.ª f (o JN não especifica a hora), houve um corte de circulação nos dois sentidos dessa auto-estrada, que causou muito transtorno aos utentes. A Brisa voltou a falhar, como em muitas outras situações, ao não informar, atempadamente, os utentes deste condicionamento em particular, causado pelas obras de alargamento da auto-estrada; os painéis electrónicos instalados na A3 deviam dar essa informação com pelo menos um dia de antecedência (será que não há planeamento de obra?). Os utentes da A3 deviam merecer alguma consideração por parte da Brisa.
sábado, 16 de abril de 2011
Acidentes em auto-estradas
Tenho a opinião de que, nos 1.ºs dias de calor, as pessoas ficam mais impacientes, mais distraídas e/ou mais eufóricas. Ora esses estados de espírito podem levar a comportamentos de risco na estrada (tal como excesso de velocidade, manobras perigosas, etc.), que aumentam a probabilidade de acontecer acidente. Por exemplo, na semana que findou (com temperaturas típicas de Verão), estive quase todos os dias em engarrafamentos na A3, devido a acidentes na zona em obras entre Santo Tirso e Maia ou perto do Porto, antes da saída para a Circunvalação.
Hoje houve um despiste de um autocarro na A1, na zona de Coimbra, e apontou-se o excesso de velocidade como causa do acidente. O excesso de velocidade é notório nas auto-estradas portuguesas. Infelizmente, parece não haver radares para controlar a velocidade dos veículos que circulam nas auto-estradas. Se a velocidade dos veículos fosse controlada em vários pontos da auto-estrada, por certo os automobilistas não abusariam.
Hoje houve um despiste de um autocarro na A1, na zona de Coimbra, e apontou-se o excesso de velocidade como causa do acidente. O excesso de velocidade é notório nas auto-estradas portuguesas. Infelizmente, parece não haver radares para controlar a velocidade dos veículos que circulam nas auto-estradas. Se a velocidade dos veículos fosse controlada em vários pontos da auto-estrada, por certo os automobilistas não abusariam.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Nova portagem na Maia, na A3
Abriu hoje a nova praça de portagens na Maia, na A3. Em cada sentido da auto-estrada, há 3 faixas centrais para a Via Verde (para passar a 80 km/h), a que se juntam várias cabines para pagamento manual.
Há, no entanto, a meu ver, algumas situações por resolver:
- no sentido Porto-Braga, as saídas das portagens (7) afunilam, abruptamente, em poucos metros, para 2 faixas de rodagem, o que se pode tornar bastante perigoso para os automobilistas.
- quem sai na Via Verde, na Maia, não sabe o valor da portagem cobrada, nem se o sistema funcionou devidamente.
Há, no entanto, a meu ver, algumas situações por resolver:
- no sentido Porto-Braga, as saídas das portagens (7) afunilam, abruptamente, em poucos metros, para 2 faixas de rodagem, o que se pode tornar bastante perigoso para os automobilistas.
- quem sai na Via Verde, na Maia, não sabe o valor da portagem cobrada, nem se o sistema funcionou devidamente.
domingo, 15 de novembro de 2009
Perigo na zona de obras nas portagens da Maia
De nada vale alertar a Brisa (os técnicos da Brisa é que sabem! os utentes das auto-estradas dão sempre sugestões sem validade!). Por isso, deixo aqui o alerta: é preciso prudência na zona de obras que estão a ser realizadas nas portagens da Maia da auto-estrada A3. No sentido sul-norte, há um estrangulamento seguido (em poucos metros) de 4 para 3 faixas e de 3 para 2 faixas, nas faixas da esquerda. Quem vai a fazer ultrapassagens nesta zona, precisa de ter muita atenção. A sinalização e a iluminação deixam a desejar... No sentido norte-sul, depois das portagens, é preciso cuidado para retomar a A3, para os automobilistas que optem pelas portagens da direita. Além disso, quem utiliza a Via Verde, não vê o custo da utilização da A3 (o painel electrónico está mal colocado).
sexta-feira, 12 de junho de 2009
EN14 não é alternativa à A3
No início desta semana, no regresso a Braga, recebi a informação, através da rádio Nova, de um grande engarrafamento na A3 (fila com 9 km). Resolvi seguir pela EN14, mas também desesperei (tal como os utentes da A3) para chegar ao destino:
- Semáforo no cruzamento da Carriça mal regulado (na EN14, havia uma fila com 2 km, enquanto nas vias perpendiculares, 1 ou 2 veículos)
- obras antes da Trofa, sem sinalização adequada;
- mesmo depois das 20 h, com chuva e pouca visibilidade, eram muitos os veículos que circulavam sem luzes de presença.
- Semáforo no cruzamento da Carriça mal regulado (na EN14, havia uma fila com 2 km, enquanto nas vias perpendiculares, 1 ou 2 veículos)
- obras antes da Trofa, sem sinalização adequada;
- mesmo depois das 20 h, com chuva e pouca visibilidade, eram muitos os veículos que circulavam sem luzes de presença.
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