A dupla espanhola Herrera e Mesa venceu o Open de Kristiansand, ao bater, na final, os brasileiros Maciel e Bruno (filho do treinador principal da selecção nacional de voleibol, Jorge Schmidt), por 2-1 (21-18, 15-21, 15-13). Os espanhóis, 9.os classificados em Pequim, estiveram em grande em Kristiansand, tendo afastado os grandes favoritos à vitória neste Open, os brasileiros Harley e Pedro (5.º lugar).
Na competição feminina, as vencedoras foram as brasileiras Antonelli e Leão, que bateram na final a dupla norueguesa Nila e Ingrid, por 2-0 (21-16, 21-16).
Mais duas novas duplas brasileiras a fazer figura no Circuito Mundial.
domingo, 31 de agosto de 2008
À boa maneira portuguesa
- Se tem um problema para ultrapassar... diz que se vê grego;
- Se alguma coisa é difícil de compreender... diz que é chinês;
- Se trabalha de manhã à noite... diz que é um mouro;
- Se tem uma invenção moderna e mais ou menos inútil... diz que é uma americanice;
- Se alguém mexe em coisas que não deve... diz que é como o espanhol;
- Se alguém vive com luxo e ostentação... diz que vive à grande e à francesa;
- Se alguém faz algo para causar boa impressão aos outros... diz que é só para inglês ver;
- Se alguém tenta regatear o preço de alguma coisa ... diz que é pior que um marroquino;
Mas quando alguma coisa corre mal... diz que é à PORTUGUESA.
- Se alguma coisa é difícil de compreender... diz que é chinês;
- Se trabalha de manhã à noite... diz que é um mouro;
- Se tem uma invenção moderna e mais ou menos inútil... diz que é uma americanice;
- Se alguém mexe em coisas que não deve... diz que é como o espanhol;
- Se alguém vive com luxo e ostentação... diz que vive à grande e à francesa;
- Se alguém faz algo para causar boa impressão aos outros... diz que é só para inglês ver;
- Se alguém tenta regatear o preço de alguma coisa ... diz que é pior que um marroquino;
Mas quando alguma coisa corre mal... diz que é à PORTUGUESA.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Pedrosa e Brízida, 13.os no Open de Kristiansand
A dupla portuguesa Pedrosa e Brízida terminou a participação no Open de Kristiansand, na Noruega, no 13.º lugar. Para tal, no 2.º dia de prova, os portugueses venceram os italianos Giontella e Nicolai, por 2-1 (21-23, 21-17, 15-11), mas sofreram a 2.ª derrota da prova contra os suíços Gabathuler e Wenger, por 1-2 (17-21, 21-18, 11-15). O próximo torneio masculino será o Open de Maiorca, em Espanha, e decorrerá numa praça de touros, na próxima semana, sem a participação de equipas portuguesas. O próximo torneio feminino decorrerá na Polónia, a partir de 4.ª f.
PS-Ricardo e Emanuel não participam nestas duas provas, mas, na chegada ao Brasil (vindos de Pequim), manifestaram vontade de continuar a jogar juntos. Emanuel aproveitou ainda para anunciar o seu casamento com a jogadora de voleibol de praia, Leila. Desde já, votos de felicidades para o casal.
PS-Ricardo e Emanuel não participam nestas duas provas, mas, na chegada ao Brasil (vindos de Pequim), manifestaram vontade de continuar a jogar juntos. Emanuel aproveitou ainda para anunciar o seu casamento com a jogadora de voleibol de praia, Leila. Desde já, votos de felicidades para o casal.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Regressa o Circuito Mundial de voleibol de praia
Terminados os Jogos Olímpicos de Pequim, regressa o Circuito Mundial de voleibol de praia. Começou hoje o torneio principal do Open de Kristiansand, na Noruega, com a participação da dupla portuguesa Pedrosa e Brízida e de algumas duplas que estiveram em Pequim, caso dos 4.ºs classificados Geor e Gia. Pedrosa e Brízida perderam o 1.º jogo contra os noruegueses Maaseide e Horrem, por 2-0 (21-16, 21-18), mas venceram facilmente o 2.º contra os checos
Rotrekl e Dumek, por 2-0 (21-13, 21-14). Assim, mantêm-se em prova e vão defrontar os jovens italianos Giontella e Nicolai.
Rotrekl e Dumek, por 2-0 (21-13, 21-14). Assim, mantêm-se em prova e vão defrontar os jovens italianos Giontella e Nicolai.
Leitura
Existem dois modos distintos de ler os autores: um deles é muito bom e útil, o outro, inútil e até mesmo perigoso. É muito útil ler quando se medita sobre o que é lido; quando se procura, pelo esforço da mente, resolver as questões que os títulos dos capítulos propõem, mesmo antes de se começar a lê-los; quando se ordenam e comparam as ideias umas com as outras; em suma, quando se usa a razão. Pelo contrário, é inútil ler quando não entendemos o que lemos, é perigoso ler e formar conceitos daquilo que lemos quando não examinamos suficientemente o que foi lido para julgar com cuidado, sobretudo se temos memória bastante para reter os conceitos firmados e imprudência bastante para concordar com eles. O primeiro modo de ler ilumina e fortifica a mente, aumentando o entendimento. O segundo diminui o entendimento e gradualmente o torna fraco, obscuro e confuso. Ocorre que a maior parte daqueles que se vangloriam de conhecer as opiniões dos outros estuda apenas do segundo modo. Quanto mais lêem, portanto, mais fracas e mais confusas se tornam as suas mentes.
Nicolas Malebranche, in 'Procura da Verdade" (retirado daqui, com algumas correcções)
Nicolas Malebranche, in 'Procura da Verdade" (retirado daqui, com algumas correcções)
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Maia e Brenha: memórias de um jornalista da Visão
Ao longo dos últimos 12 anos, acompanhei de perto a aventura olímpica de Maia e Brenha. Lembro-me, com grande satisfação, da forma como foram criando uma ilusão inédita conforme iam ultrapassando, em Atlanta 1996, os diversos desafios. Em particular, ficou-me na memória a forma como os dois, cobertos de areia, celebraram a vitória nos quartos-de-final, que lhes permitia ir disputar uma medalha. E como, por momentos, foram as estrelas da transmissão da NBC. Lembro-me, nessa época, do João Gobern, então enviado especial da Visão aos Jogos e meu companheiro de tantos dias e jornadas, me confidenciar: «Estes já me deram o título que eu procurava: 'trabalhar para o bronze'».
Lembro-me de me ligarem de Portugal a darem-me conta do enorme entusiasmo que a então surpreendente dupla ia criando. «É o desporto perfeito para os portugueses, pois tem bola e praia», dizia-me o Paulo, meu irmão, sem saber que me estava a incentivar a ocupar mais uma quantas páginas de «A Capital» com as façanhas dos dois homens de Espinho.
Lembro-me, depois, já nos Jogos de Sydney, de ouvir a frase mais verdadeira e cruel que jamais presenciei sair da boca de um atleta olímpico. Foi dita pelo João Brenha após a dupla falhar, pela segunda vez consecutiva, a conquista da medalha de bronze, ao perder o decisivo e ingrato jogo para a atribuição do terceiro lugar, tal como tinha sucedido em Atlanta. Com os olhos raiados de água, Brenha foi demolidor: «Passei quatro anos a sonhar com uma segunda oportunidade, e afinal agora quando a tive... voltei a perder». Jamais esquecerei esta frase, o momento e a expressão dele.
Tive, no entanto, a sorte de pouco tempo depois ver Maia e Brenha experimentarem a alegria de uma vitória internacional. Foi em 2001, na Turquia, integrado na delegação portuguesa que, com a equipa de vólei do Sporting de Espinho, foi à final da Fed Cup, uma espécie de Taça UEFA do voleibol. Não só assisti ao triunfo dos portugueses como o relatei e ajudei a que o mesmo ficasse registado numa chamada de capa da edição dessa semana da VISÃO.
Lembro-me, finalmente, da forma como os dois se comportaram dignamente (apesar das lesões que os fustigavam) nos Jogos de Atenas, em especial na noite em que demoliram a dupla grega, numa espécie de vingança da final do Euro 2004.
Lembro-me, também, da forma como, por portas travessas, consegui convencer a comitiva presidencial de Jorge Sampaio a ir assistir a um desafio de Maia e Brenha, nesses mesmos Jogos.
Lembro-me do ar molengão, mas sempre solidário e tantas vezes surpreendente de João Brenha, capaz de resolver uma jogada quando menos se esperava.
Lembro-me, de ter presenciado ao vivo alguns dos melhores momentos do maior jogador português de vólei de todos os tempos: o sempre circunspecto, mas genial, Miguel Maia.Lembro-me disto tudo... e já tenho tantas saudades!
Rui Tavares Guedes, em Rumo a Pequim
Lembro-me de me ligarem de Portugal a darem-me conta do enorme entusiasmo que a então surpreendente dupla ia criando. «É o desporto perfeito para os portugueses, pois tem bola e praia», dizia-me o Paulo, meu irmão, sem saber que me estava a incentivar a ocupar mais uma quantas páginas de «A Capital» com as façanhas dos dois homens de Espinho.
Lembro-me, depois, já nos Jogos de Sydney, de ouvir a frase mais verdadeira e cruel que jamais presenciei sair da boca de um atleta olímpico. Foi dita pelo João Brenha após a dupla falhar, pela segunda vez consecutiva, a conquista da medalha de bronze, ao perder o decisivo e ingrato jogo para a atribuição do terceiro lugar, tal como tinha sucedido em Atlanta. Com os olhos raiados de água, Brenha foi demolidor: «Passei quatro anos a sonhar com uma segunda oportunidade, e afinal agora quando a tive... voltei a perder». Jamais esquecerei esta frase, o momento e a expressão dele.
Tive, no entanto, a sorte de pouco tempo depois ver Maia e Brenha experimentarem a alegria de uma vitória internacional. Foi em 2001, na Turquia, integrado na delegação portuguesa que, com a equipa de vólei do Sporting de Espinho, foi à final da Fed Cup, uma espécie de Taça UEFA do voleibol. Não só assisti ao triunfo dos portugueses como o relatei e ajudei a que o mesmo ficasse registado numa chamada de capa da edição dessa semana da VISÃO.
Lembro-me, finalmente, da forma como os dois se comportaram dignamente (apesar das lesões que os fustigavam) nos Jogos de Atenas, em especial na noite em que demoliram a dupla grega, numa espécie de vingança da final do Euro 2004.
Lembro-me, também, da forma como, por portas travessas, consegui convencer a comitiva presidencial de Jorge Sampaio a ir assistir a um desafio de Maia e Brenha, nesses mesmos Jogos.
Lembro-me do ar molengão, mas sempre solidário e tantas vezes surpreendente de João Brenha, capaz de resolver uma jogada quando menos se esperava.
Lembro-me, de ter presenciado ao vivo alguns dos melhores momentos do maior jogador português de vólei de todos os tempos: o sempre circunspecto, mas genial, Miguel Maia.Lembro-me disto tudo... e já tenho tantas saudades!
Rui Tavares Guedes, em Rumo a Pequim
Maia e Brenha sagram-se campeões nacionais
Miguel Maia e João Brenha sagraram-se campeões nacionais de voleibol de praia em 2008, ao vencerem a etapa final realizada, este fim-de-semana, no Porto. Na final, bateram a dupla constituída por Roberto Reis e Kibinho, por 2-1 (após terem perdido o 1.º set). Em femininos, as campeãs nacionais foram Juliana Antunes e Francisca Esteves (foram também campeãs da regularidade ao vencerem as etapas deste campeonato, com excepção da prova de Cortegaça), ao baterem, na final, as suas grandes adversárias Sandra Castro e Ana Paulo, por 2-0.
domingo, 24 de agosto de 2008
Adeus Pequim
Terminaram os Jogos Olímpicos de Pequim (música oficial aqui). O norte-americano Michael Phelps e o jamaicano Usain Bolt, na natação e no atletismo, respectivamente, foram figuras de destaque destes Jogos.
Na 1.ª página do DN de hoje surge uma foto do ministro Manuel Pinho com Phelps, numa piscina, no Algarve. Será que o ministro, numa acção sem precedentes, tentou convencer o nadador a naturalizar-se português? Sempre era uma forma fácil (investir na formação de atletas sai mais caro) de garantir uma fartura de medalhas nas Olimpíadas! Outra forma seria enviar alguns atletas portugueses para a Jamaica. Os ares de lá parece que fazem milagres nos velocistas!
Quanto aos atletas portugueses, fico contente por nenhum ter caído nas malhas do doping, como sucedeu com os ucranianos Razoronov (halterofilia) e Blonska (heptatlo feminino), a espanhola Moreno (ciclismo), o norte-coreano Jong-su (tiro), o vietnamita Thuong (ginástica) e a grega Halkia (atletismo). Isso sim é que seria uma vergonha.
Parabéns à RTP pela cobertura dos Jogos Olímpicos e pela justa homenagem aos medalhados portugueses em Pequim . Em Setembro, espero ver os Jogos Paralímpicos também na TV.
Daqui a 4 anos, será Londres a receber os Jogos Olímpicos.
Na 1.ª página do DN de hoje surge uma foto do ministro Manuel Pinho com Phelps, numa piscina, no Algarve. Será que o ministro, numa acção sem precedentes, tentou convencer o nadador a naturalizar-se português? Sempre era uma forma fácil (investir na formação de atletas sai mais caro) de garantir uma fartura de medalhas nas Olimpíadas! Outra forma seria enviar alguns atletas portugueses para a Jamaica. Os ares de lá parece que fazem milagres nos velocistas!
Quanto aos atletas portugueses, fico contente por nenhum ter caído nas malhas do doping, como sucedeu com os ucranianos Razoronov (halterofilia) e Blonska (heptatlo feminino), a espanhola Moreno (ciclismo), o norte-coreano Jong-su (tiro), o vietnamita Thuong (ginástica) e a grega Halkia (atletismo). Isso sim é que seria uma vergonha.
Parabéns à RTP pela cobertura dos Jogos Olímpicos e pela justa homenagem aos medalhados portugueses em Pequim . Em Setembro, espero ver os Jogos Paralímpicos também na TV.
Daqui a 4 anos, será Londres a receber os Jogos Olímpicos.
Brasil 1-Estados Unidos 1

Brasil e EUA dividiram os títulos no voleibol. No torneio feminino, a medalha de ouro foi para o Brasil, enquanto que, no masculino, o ouro foi para os EUA. O resultado final registou os mesmos números, nestas finais (3-1). Foram duas finais disputadas com muito calculismo e nervosismo. Nos masculinos, os EUA, depois da vitória na Liga Mundial, vencendo na semi-final o Brasil, voltaram a superiorizar-se ao Brasil. Os jogadores sul-americanos pareceram-me fisicamente desgastados, enquanto os norte-americanos jogaram com muita confiança.
A medalha de bronze foi para Rússia (3-0 sobre a Itália), nos masculinos, e para a China (3-1 sobre a Cuba), nos femininos.
A medalha de bronze foi para Rússia (3-0 sobre a Itália), nos masculinos, e para a China (3-1 sobre a Cuba), nos femininos.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Brasil-Estados Unidos
Brasil e Estados Unidos são os finalistas quer no torneio olímpico de voleibol feminino quer no masculino. Hoje, os EUA ultrapassaram a poderosa selecção russa, por 3-2. Contrariando a opinião dos comentadores da RTP, que no início do 3.º set apostaram na vitória dos EUA por 3-0, a Rússia conseguiu levar o jogo para a negra. Neste set, a acção do bloco foi determinante para os americanos garantirem a vitória, por 15-13. Na outra semi-final, como se previa, o Brasil superiorizou-se à Itália, vencendo por 3-1. A Rússia vai defrontar a Itália para decidir a atribuição da medalha de bronze. A madrugada de domingo tem muito voleibol para ver na RTP 2.
Rogers e Dalhausser, campeões olímpicos
Quer à chuva (final feminina) quer ao sol (final masculina), os EUA foram os grandes vencedores no voleibol de praia. Hoje, Rogers e Dalhausser conquistaram a medalha de ouro, após uma final espectacular (com grande sustentação da bola em muitas jogadas) frente a Márcio e Fábio. O 1.º set começou da melhor forma para os brasileiros (9-3), mas a reacção da dupla estado-unidense não se fez esperar (11-10). O equilíbrio foi a nota dominante, mas dois erros de Fábio decidiram o 1.º set (21-23). No 2.º set, os papeis inverteram-se: Rogers e Dalhauser chegaram aos 10-13, mas de seguida os brasileiros passaram para a frente (14-13), aproveitando uma fase em que 2 serviços bem colocados de Márcio colocaram problemas a Rogers, e embalaram para a vitória do set (21-17). Na negra, a eficácia de Dalhausser no bloco e o desacerto de Fábio no ataque conduziram a um grande desiquilíbrio no marcador final (4-15). Depois das vitórias em Atlanta e em Sydney, os EUA voltam a conquistar o título olímpico. Ricardo e Emanuel, campeões olímpicos em Atenas, tiveram de contentar-se com o 3.º lugar em Pequim (bateram os georgianos Geor e Gia, por 2-0).
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Parabéns Nelson!
Nelson Évora saltou 17,67 m, sobrevoando a "crise olímpica", e conquistou a medalha de ouro no triplo salto. Amanhã, "A Portuguesa" vai ser ouvida em Pequim. Obrigado Nelson. Terminou o rol de lamentações dos portugueses (principalmente nos meios de comunicação social) relativamente aos Jogos Olímpicos de Pequim. Por mim, estou satisfeito com a prestação dos atletas portugueses (a maioria esteve em bom plano).
PS-O Jornal Olímpico da RTP deveria informar os telespectadores dos resultados registados nas principais modalidades. Por exemplo, o programa de ontem foi dedicado à "crise olímpica" e, apesar de nesse dia ter-se disputado os quartos-de-final no basquetebol, no andebol e no voleibol masculino, apenas houve tempo para uma referência aos resultados do basquetebol. Falta muita organização e critério adequado!
PS-O Jornal Olímpico da RTP deveria informar os telespectadores dos resultados registados nas principais modalidades. Por exemplo, o programa de ontem foi dedicado à "crise olímpica" e, apesar de nesse dia ter-se disputado os quartos-de-final no basquetebol, no andebol e no voleibol masculino, apenas houve tempo para uma referência aos resultados do basquetebol. Falta muita organização e critério adequado!
Walsh e May-Treanor revalidam título olímpico
Walsh e May-Treanor revalidaram o título de campeãs olímpicas em voleibol de praia. As estado-unidenses venceram, numa final muito equilibrada (que tive oportunidade de seguir na RTP1), Tian Jia e Wang, por 2-0, fazendo valer a sua maior experiência nos últimos pontos dos 2 sets. No último lugar do pódio, ficou a outra dupla chinesa - Xue e Zhang Xi - que superou as brasileiras Renata e Talita (2-0).
No voleibol feminino, Brasil e Estados Unidos vão disputar a final, depois de ultrapassarem categoricamente (vitórias por 3-0) as suas adversárias nas meias-finais (China e Cuba, respectivamente).
No voleibol feminino, Brasil e Estados Unidos vão disputar a final, depois de ultrapassarem categoricamente (vitórias por 3-0) as suas adversárias nas meias-finais (China e Cuba, respectivamente).
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Classix Nouveaux
Ouvir os Classix Nouveaux é recordar os anos 80. Never never comes.
Sal Solo ainda se dedica à música, mas com outros objectivos (San Damiano).
Curiosamente, Sal Solo tem muitos fãs na Polónia.
Sal Solo ainda se dedica à música, mas com outros objectivos (San Damiano).
Curiosamente, Sal Solo tem muitos fãs na Polónia.
Márcio e Fábio na final contra Rogers e Dalhausser
No voleibol masculino, os jogos das meias-finais já estão definidos: Brasil-Itália e EUA-Rússia. Itália e EUA precisaram da negra para ultrapassar os seus adversários (Polónia e Sérvia), nos quartos-de-final.
Tive oportunidade de ver, em directo, no Eurosport, o jogo de voleibol entre a Itália e a Polónia, a partir do 4.º set (a Itália liderava em sets). O 4.º set foi espectacular, com equilíbrio no marcador, emoção e sem grandes falhas de parte a parte. A Polónia conseguiu salvar duas bolas de encontro e obrigou a Itália a jogar a negra. Aí, a sorte acompanhou os italianos que acabaram por vencer por 17-15. A Polónia, tal como tinha demonstrado em Espinho, apresentou-se bastante coesa e bem preparada fisicamente.
No voleibol de praia masculino, a final que muitos adeptos desta modalidade esperavam não vai acontecer em Pequim. Márcio e Fábio surpreenderam Ricardo e Emanuel (e não só...) e vão defrontar Rogers e Dalhausser.
Tive oportunidade de ver, em directo, no Eurosport, o jogo de voleibol entre a Itália e a Polónia, a partir do 4.º set (a Itália liderava em sets). O 4.º set foi espectacular, com equilíbrio no marcador, emoção e sem grandes falhas de parte a parte. A Polónia conseguiu salvar duas bolas de encontro e obrigou a Itália a jogar a negra. Aí, a sorte acompanhou os italianos que acabaram por vencer por 17-15. A Polónia, tal como tinha demonstrado em Espinho, apresentou-se bastante coesa e bem preparada fisicamente.
No voleibol de praia masculino, a final que muitos adeptos desta modalidade esperavam não vai acontecer em Pequim. Márcio e Fábio surpreenderam Ricardo e Emanuel (e não só...) e vão defrontar Rogers e Dalhausser.
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